segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Mulher de trinta

Às vésperas dos 30 anos de uma amiga querida – dedico este post à ela – um breve comentário sobre as famosas ‘balzaquianas’. Recebi um texto do Arnaldo Jabor dizendo que “mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!”. Caso a refletir. O que as trintonas têm a perder? São inteligentes, independentes, trabalham, são donas de seus narizes, estão com tudo em cima e conservam o frescor dos 20 anos. Têm até espinhas....

“Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos! Infelizmente isto não é recíproco, pois para cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos...”, continua Jabor. Na mosca!

Mudem de postura, rapazes! Deixem de virar o pescoço para o primeiro rabo-de-saia curta que passa do outro lado da rua. As mulheres de 30 estão aí. Escuto comentários das “meninas nessa idade”, sempre se queixando do sexo oposto. Sentindo-se preteridas diante daquelas de corpo escultural. Ok. São bonitas, saradas e está tudo no lugar, mas não têm a mesma graça. A mulher de 30 é única. As novinhas e os machistas que me perdoem a sinceridade. Essa também é uma qualidade das "balzaquianas".

“Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui. A outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido”, atestou Balzac. Por isso, meninas, recebam bem os 30 anos. Façam o que quiserem. Curtam o melhor que essa idade pode trazer: a liberdade. Digo porque estou quase lá. Faltam alguns meses.

Eva.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Abigaíl

Abigaíl, Abigaíl

Quando vc chega
Não passa na porta
Com esse cabelo bombril



Abigaíl, Abigaíl



Apesar de sua cara suja
Do seu hálito de maruja
Que espanta até coruja
Você tem predicados mil


Abigaíl, Abigaíl

Devo eu ser tolerante
Da sua falta de desodorante
Pois não arrumas nem amante
E Pra finalizar esse poema de matar
Quero que vc vá pra puta que pariu