Não tem coisa pior do que sair com um cara mega hiper cri cri com comida. Fica regulando calorias, dizendo que isso engorda, que tem que comer pouco para ficar em forma e ainda controla o que você come. É o que chamo de gastrochato. Coxinha não pode, chocolate só se for diet, bolos e tortas nem pensar. E na hora de sair para jantar? "Só no japonês, que a comida é menos gorda".
Para justificar tanta regulação, o argumento é de uma vida mais saudável, com horas gastadas em academias e corridas. Nada contra um estilo de vida assim. Nada contra os naturebas, os que não comem carne por princípios. Cada um no seu quadrado, como dizem por aí. Mas que é chato é. Ainda mais nos primeiros encontros, quando a gente aceita muita coisa para agradar. E nada mais apetitoso do que abrir uma exceção para um balde de sorvete com calda de chocolate e farofa de amendoim.
Indo contra a maré, existe agora a tribo do gastrossexual. Um cara bem-resolvido, que faz pratos elaborados pelo puro prazer da conquista. Não se importam em passar muito tempo na cozinha bolando almoços e jantares para a menina que estão a fim de "traçar", no bom sentido, claro. Nessa forma de sedução um tanto deliciosa e interessante, eles contam que ganharam as atuais mulheres e namoradas bajulando o estômago e o paladar delas. Gastroenterite zero.
Será que depois do casamento, esses homens viram gastrochatos? "Ô, mulher! Essa carne tá dura!". "Caramba! Que comida sem sal"..... Seria perfeito um equilíbrio. Sujeitos saudáveis – que não abrissem mão do chopp e das calorias de vez em quando – e ambientados com a cozinha. Um sonho de gastronomia. E de parceiro também! Beijo.
Eva.
Obs: galera, vamo atualizar o blog aê!!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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