Quem ler isso pode achar que sou maluco, mas o dinheiro em excesso traz infelicidade. O que todos perseguem a vida inteira, cobiçam, trabalham exaustivamente para acumular ou arriscam o que têm para multiplicar pode ser em certos casos o estopim para dividir famílias. O excesso de riqueza tem lá seus complicadores - queira eu nunca ter que passar por infortúnios por causa disso.
Conheço uma pessoa, na verdade um amigo - não vou citar nomes, óbvio - que sempre teve tudo de bom na vida. Uma família rica em todos os sentidos que pode prove-lo o que de melhor toda a criança e um adolescente pode ter: bens materiais, boa educação, carinho, proteção e amor. Ele se tornou uma pessoa pura de espírito, benevolente ao próximo e simples. Porém o excesso de carinho e proteção deixou-o inocente demais para as armadilhas da vida adulta e que estão transformando-0 numa pessoa completamente inversa dos predicados ora descritos. Pessoas mal intencionadas influenciando sua vida, distância física dos pais e despreparo para vida adulta têm o mesmo efeito das drogas pesadas num ambiente familiar - geram conflitos, mágoas e feridas difíceis para serem curadas, desconfiança mútua e raiva.
Continuando a história, esse tal amigo casou com uma pessoa (de caráter duvidoso) e como ainda não está plenamente estabelecido na profissão e não tem meios de se sustentar - nem ele nem ela - faz de tudo para sugar tudo o que a família demorou anos para acumular. Agrava-se o fato dele nunca ter tido muita noção nem valor do dinheiro e ela achar que provavelmente achou uma mina de ouro.
Os pais dele não gostam da nora e a culpam por tê-lo transformado num sujeito que, ávido por dinheiro, está deixando de ser o bom filho que ele sempre foi. Eles (os pais) ainda o amam e tentam protege-lo e avisa-lo da ganância dela (a nora). Ele, cego, tem cada vez mais raiva dos pais por tentar separa-lo do seu amor. E quanto mais raiva ele tem, mais dinheiro ele gasta.
Conheço uma pessoa, na verdade um amigo - não vou citar nomes, óbvio - que sempre teve tudo de bom na vida. Uma família rica em todos os sentidos que pode prove-lo o que de melhor toda a criança e um adolescente pode ter: bens materiais, boa educação, carinho, proteção e amor. Ele se tornou uma pessoa pura de espírito, benevolente ao próximo e simples. Porém o excesso de carinho e proteção deixou-o inocente demais para as armadilhas da vida adulta e que estão transformando-0 numa pessoa completamente inversa dos predicados ora descritos. Pessoas mal intencionadas influenciando sua vida, distância física dos pais e despreparo para vida adulta têm o mesmo efeito das drogas pesadas num ambiente familiar - geram conflitos, mágoas e feridas difíceis para serem curadas, desconfiança mútua e raiva.
Continuando a história, esse tal amigo casou com uma pessoa (de caráter duvidoso) e como ainda não está plenamente estabelecido na profissão e não tem meios de se sustentar - nem ele nem ela - faz de tudo para sugar tudo o que a família demorou anos para acumular. Agrava-se o fato dele nunca ter tido muita noção nem valor do dinheiro e ela achar que provavelmente achou uma mina de ouro.
Os pais dele não gostam da nora e a culpam por tê-lo transformado num sujeito que, ávido por dinheiro, está deixando de ser o bom filho que ele sempre foi. Eles (os pais) ainda o amam e tentam protege-lo e avisa-lo da ganância dela (a nora). Ele, cego, tem cada vez mais raiva dos pais por tentar separa-lo do seu amor. E quanto mais raiva ele tem, mais dinheiro ele gasta.
Fico muito triste quando penso nessa história, ainda mais acontecendo em uma família na qual eu admiro, respeito e sou muito grato por tudo o que eles já fizeram por mim.
Estou tentando tirar algum aprendizado nessa celeuma toda - a primeira coisa que eu fiz quase instintivamente foi me aproximar mais dos meus pais. Eu já os respeito, e passei a respeitar ainda mais. Eu já ouço seus conselhos e passei a ouvi-los ainda mais. Eu não sou muito presente, mas estou tentando se-lo a partir de agora.
Me desculpem por não me apresentar. Sou o Estrogonofe e este é o meu primeiro post no blog. Fui convidado pelo Chinasky depois de trocarmos algumas idéias sobre o quanto é interessante poder escrever sobre qualquer coisa em qualquer tempo. É uma atividade terapêutica e no caso desse post um desabafo. Me perdoem por começar assim tão sério, eu prometo suavizar o tema da próxima vez.
Estou tentando tirar algum aprendizado nessa celeuma toda - a primeira coisa que eu fiz quase instintivamente foi me aproximar mais dos meus pais. Eu já os respeito, e passei a respeitar ainda mais. Eu já ouço seus conselhos e passei a ouvi-los ainda mais. Eu não sou muito presente, mas estou tentando se-lo a partir de agora.
Me desculpem por não me apresentar. Sou o Estrogonofe e este é o meu primeiro post no blog. Fui convidado pelo Chinasky depois de trocarmos algumas idéias sobre o quanto é interessante poder escrever sobre qualquer coisa em qualquer tempo. É uma atividade terapêutica e no caso desse post um desabafo. Me perdoem por começar assim tão sério, eu prometo suavizar o tema da próxima vez.
Um comentário:
É... para mim o problema não é ter muito dinheiro, mas ser dominado por ele... ter a confiança nele. Neste caso, o dinheiro passa a ser nosso deus. Para esses, não importa o ter ou não ter... mas a cobiça é o problema. Assim deu o entender de ser o caso da suposta nora, que acabou contaminando seu amigo.
Sem cobiça, e sabendo que o dinheiro não é segurança real de nada... pode-se ter muito dinheiro, mas nunca ser dominado por ele.
E que seu amigo venha abrir os olhos, e nós não venhamos perder o discernimento.
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