Abigaíl, Abigaíl
Quando vc chega
Não passa na porta
Com esse cabelo bombril
Abigaíl, Abigaíl
Apesar de sua cara suja
Do seu hálito de maruja
Que espanta até coruja
Você tem predicados mil
Abigaíl, Abigaíl
Devo eu ser tolerante
Da sua falta de desodorante
Pois não arrumas nem amante
E Pra finalizar esse poema de matar
Quero que vc vá pra puta que pariu
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
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Um comentário:
Um peróla da poesia! Lindo! Verti lágrimas de emoção.
pqp´s!
Drummond Goldbach
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