Às vésperas dos 30 anos de uma amiga querida – dedico este post à ela – um breve comentário sobre as famosas ‘balzaquianas’. Recebi um texto do Arnaldo Jabor dizendo que “mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!”. Caso a refletir. O que as trintonas têm a perder? São inteligentes, independentes, trabalham, são donas de seus narizes, estão com tudo em cima e conservam o frescor dos 20 anos. Têm até espinhas....
“Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos! Infelizmente isto não é recíproco, pois para cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos...”, continua Jabor. Na mosca!
Mudem de postura, rapazes! Deixem de virar o pescoço para o primeiro rabo-de-saia curta que passa do outro lado da rua. As mulheres de 30 estão aí. Escuto comentários das “meninas nessa idade”, sempre se queixando do sexo oposto. Sentindo-se preteridas diante daquelas de corpo escultural. Ok. São bonitas, saradas e está tudo no lugar, mas não têm a mesma graça. A mulher de 30 é única. As novinhas e os machistas que me perdoem a sinceridade. Essa também é uma qualidade das "balzaquianas".
“Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui. A outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido”, atestou Balzac. Por isso, meninas, recebam bem os 30 anos. Façam o que quiserem. Curtam o melhor que essa idade pode trazer: a liberdade. Digo porque estou quase lá. Faltam alguns meses.
Eva.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
2 comentários:
Concordo frontalmente, minha pequena Eva!
Ass. Chinasky
é bom ler textos assim para receber bem a nova idade!
Postar um comentário